Avaliação Neuropsicológica

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Avaliação Neuropsicológica

A Avaliação Neuropsicológica é uma investigação clínica que analisa o funcionamento cognitivo, emocional e comportamental do paciente. Trata-se de um método sistemático para compreender como as funções cognitivas, funcionais e afetivas estão operando. Ela permite identificar Transtornos do Neurodesenvolvimento, Psicopatológicos e de Humor, diferenciando condições que surgem na infância daquelas que aparecem mais tarde, relacionadas ao humor, ansiedade ou distorções de pensamento. Por isso, funciona como um diagnóstico diferencial, examinando todas as áreas para determinar com precisão a origem dos sintomas.

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Assistência Técnica Pericial Judicial

O assistente técnico pericial judicial é indicado por uma das partes de um processo para acompanhar a perícia do perito nomeado pelo juiz.
Sua função é analisar o laudo e elaborar um parecer psicológico técnico, auxiliando na formulação de quesitos e defendendo, com fundamentação científica, o ponto de vista da parte que representa.

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  1. Sintomas Positivos (de “acréscimo”):
    • Delírios: crenças falsas, fixas e não baseadas na realidade.
    • Alucinações: percepções sensoriais sem estímulos externos.
    • Pensamento e Fala Desorganizados.
    • Comportamento Motor Grosseiramente Desorganizado.
  2. Sintomas Negativos (de “diminuição”):
    • Achatamento Afetivo.
    • Alogia.
    • Anedonia.
    • Avolição.
  3. Prejuízo Cognitivo: dificuldades em atenção, memória de trabalho e funções executivas.

O Transtorno Esquizoafetivo é uma condição de saúde mental complexa que combina sintomas característicos de dois grandes grupos de transtornos: os transtornos psicóticos e os transtornos do humor. É caracterizado pela ocorrência simultânea ou intercalada de sintomas psicóticos significativos e episódios de alteração do humor ao longo da vida. As principais características e critérios de avaliação incluem:


  1. Sintomas Psicóticos Prolongados: presença de sintomas típicos da esquizofrenia por um período significativo.
    • Delírios: crenças falsas e fixas (ex.: perseguição, grandiosidade ou controle externo dos pensamentos).
    • Alucinações: principalmente auditivas (ouvir vozes).
    • Fala ou Pensamento Desorganizados.
    • Sintomas Negativos: achatamento afetivo e falta de motivação (avolição).

  2. Episódios Proeminentes de Alteração do Humor: ocorrência de episódios significativos de alteração do humor.
    • Episódio Maníaco ou Misto (tipo bipolar): humor elevado ou irritável, aumento de energia, redução da necessidade de sono, pensamento acelerado e comportamentos de risco.
    • Episódio Depressivo Maior (tipo depressivo): humor deprimido, perda de interesse, alterações no sono e no apetite, sentimentos de inutilidade e fadiga.

  3. Critério de Duração Simultânea: os sintomas psicóticos devem ocorrer por um período significativo (pelo menos duas semanas) na ausência dos sintomas de humor mais agudos, o que diferencia o transtorno de episódios de humor graves com características psicóticas.

Caracteriza-se pela presença de um ou mais delírios (crenças falsas e inabaláveis) que persistem por um mês ou mais. Diferente de outros transtornos psicóticos, o funcionamento fora do tema do delírio costuma estar preservado. Principais características:


  • Delírios não-bizarros: crenças que envolvem situações da vida real (ex.: perseguição, ciúme patológico, grandeza não reconhecida, doença somática).

  • Sintoma central: o delírio é a característica dominante, sem alucinações proeminentes ou pensamento desorganizado grave.

  • Crítica (insight) ausente: a pessoa está convencida da verdade de sua crença.

A avaliação clínica busca identificar este padrão específico, diferenciá-lo de outras condições e estabelecer uma abordagem terapêutica focada no vínculo, na psicoeducação e no manejo das consequências do delírio.

4. Transtornos Psicóticos:

O Burnout é uma condição de saúde resultante do estresse crônico e mal gerenciado no local de trabalho. Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), é caracterizada por um estado de exaustão física, emocional e mental profundamente ligado ao contexto profissional, que pode se estender para outras áreas da vida. Os principais sintomas e dimensões do esgotamento incluem:
  1. Exaustão Avassaladora: sentimento de esgotamento de energia e recursos, tanto físicos quanto emocionais. A pessoa se sente constantemente fatigada, sem energia para enfrentar a jornada de trabalho ou outras atividades, mesmo após períodos de descanso.
  2. Distanciamento Mental e Cínico do Trabalho: desenvolvimento de sentimentos de negativismo, cinismo ou distanciamento mental em relação ao próprio emprego. Há uma perda de significado e identificação com as tarefas, colegas e a organização, muitas vezes acompanhada de irritabilidade e impaciência.
  3. Redução da Eficácia Profissional: sentimentos de incompetência, falta de realização e produtividade reduzida. Há uma sensação de que os esforços não trazem resultados ou reconhecimento, levando a uma autopercepção de ineficácia e fracasso no papel profissional.

A avaliação é um processo que visa compreender a relação entre o indivíduo e seu ambiente laboral, conduzido por profissionais de saúde mental ou ocupacional. Envolve a aplicação de escalas específicas, entrevistas clínicas e análise das condições e demandas do trabalho. O resultado busca confirmar o diagnóstico, diferenciá-lo de outras condições como depressão ou ansiedade generalizada e elaborar um plano de recuperação e reequilíbrio individualizado, focado na reintegração com saúde e na prevenção de recaídas.

3. Distúrbio emocional/psicológico grave:

A Depressão é uma condição de saúde mental caracterizada por um conjunto de sintomas que vão muito além da “tristeza comum”. Trata-se de um transtorno do humor que causa um sofrimento intenso e persistente, comprometendo a forma como a pessoa sente, pensa e lida com as atividades diárias. Os principais sintomas e áreas de impacto incluem:

  1. Alterações Persistentes do Humor: sentimento profundo de tristeza, vazio ou desesperança na maior parte do dia, quase todos os dias. Pode também se manifestar como irritabilidade significativa e perda da capacidade de sentir prazer (anedonia) em atividades antes consideradas agradáveis.

  2. Alterações Cognitivas e Físicas: dificuldades marcantes de concentração, memória e tomada de decisões. Fadiga excessiva ou perda de energia, mesmo sem esforço físico. Alterações significativas no apetite e no peso (para mais ou para menos) e perturbações no sono (insônia ou hipersonia).

  3. Alterações Comportamentais e de Autoimagem: agitação ou lentidão psicomotora observáveis por outros. Sentimentos excessivos de culpa ou inutilidade. Em pensamentos mais graves, pode haver ideação recorrente sobre morte ou suicídio.
O Transtorno Bipolar é uma condição de saúde mental caracterizada por alterações marcantes e persistentes no humor, na energia e no comportamento. Essas alterações se manifestam em episódios distintos de mania/hipomania e depressão, que vão muito além das variações emocionais normais da vida e causam prejuízos significativos. Os principais tipos de episódios avaliados incluem:

  1. Episódio Depressivo Maior: período caracterizado por humor deprimido, perda de interesse ou prazer, energia baixa, sentimentos de inutilidade e alterações no sono e no apetite, semelhante ao descrito no Transtorno Depressivo.

  2. Episódio Maníaco: período distinto de humor anormalmente eufórico, expansivo ou irritável, acompanhado por aumento excessivo de energia e atividades. Inclui autoconfiança inflada, redução da necessidade de sono, verborreia (fala excessiva), pensamento acelerado, distratibilidade e envolvimento em atividades de alto risco (gastos financeiros exorbitantes, investimentos impulsivos, conduta sexual imprudente).

  3. Episódio Hipomaníaco: apresenta os mesmos sintomas da mania, mas com intensidade menor e duração mais curta. Não causa prejuízos sociais ou ocupacionais graves como a mania, mas representa uma mudança clara e observável no funcionamento habitual da pessoa.
O Transtorno Distímico é uma condição de saúde mental caracterizada por um estado de humor deprimido que se estende por um longo período, sendo crônico e persistente. Diferente dos episódios agudos de depressão maior, a distimia se manifesta como uma “linha de base” baixa do humor, presente na maior parte do dia, na maioria dos dias, por pelo menos dois anos em adultos (ou um ano em crianças e adolescentes). Os principais sintomas e características incluem:

  1. Humor Depressivo Crônico: sentimento persistente de tristeza, desânimo ou vazio que se torna parte integrante da experiência de vida do indivíduo, muitas vezes descrito como “sempre fui assim”.

  2. Sintomas Cognitivos e Comportamentais: baixa autoestima e sentimentos crônicos de inadequação. Fadiga constante e falta de energia. Dificuldades de concentração e em tomar decisões. Alterações no apetite (comer muito pouco ou em excesso) e no sono (insônia ou sono excessivo).

  3. Impacto no Funcionamento Global: o estado depressivo persistente leva a uma perda de interesse nas atividades, redução da produtividade e um prejuízo sutil, porém significativo, no funcionamento social, acadêmico ou profissional ao longo do tempo. A pessoa pode funcionar, mas com um esforço muito maior e sem sentir prazer ou realização.

2. Transtornos do humor:

  • Comunicação e Interação Social: dificuldades que podem variar em intensidade, como compreender nuances sociais (expressões faciais, tom de voz, sarcasmo), iniciar ou manter conversas, partilhar interesses ou emoções, e desenvolver relacionamentos apropriados à idade.

  • Padrões Restritos e Repetitivos de Comportamento, Interesses ou Atividades: isso pode incluir movimentos corporais repetitivos (como balançar as mãos), insistência em rotinas fixas e resistência a mudanças, interesses intensos e focados em temas específicos, e sensibilidade incomum a estímulos sensoriais (como sons, texturas, luzes ou cheiros).

    A avaliação é um processo abrangente que utiliza entrevistas, observações e, por vezes, instrumentos padronizados para entender o perfil único do indivíduo, seus pontos fortes e os desafios que enfrenta. O resultado visa fornecer clareza, direcionar intervenções adequadas e oferecer suporte personalizado.
O TDAH é uma condição neurobiológica que afeta as funções executivas do cérebro, manifestando-se em um padrão persistente que pode incluir:

  • Desatenção: dificuldades que variam em intensidade, como manter o foco em tarefas prolongadas, seguir instruções complexas, organizar atividades e evitar distrações. Frequentemente associado a esquecimentos no dia a dia.

  • Hiperatividade: níveis excessivos de atividade motora, como inquietação, dificuldade em permanecer sentado, sensação de “estar sempre ligado” e uma energia que parece inesgotável.

  • Impulsividade: dificuldade em inibir respostas, agir sem pensar nas consequências, interromper os outros e ter grande impaciência em situações de espera.

    A avaliação é um processo clínico abrangente que utiliza entrevistas, escalas validadas e a análise do histórico do indivíduo em diferentes contextos (como casa, trabalho ou escola). O resultado visa fornecer um diagnóstico preciso, diferenciando de outras condições, e traçar um plano de intervenção personalizado que pode incluir estratégias comportamentais, adaptações e, quando necessário, tratamento medicamentoso.
A Deficiência Intelectual é uma condição do neurodesenvolvimento caracterizada por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo. Estas limitações se manifestam nas habilidades conceituais, sociais e práticas necessárias para a vida diária, e têm início antes dos 18 anos de idade.

  • Funcionamento Intelectual: dificuldades significativas no raciocínio, na resolução de problemas, no planejamento, no pensamento abstrato, na aprendizagem acadêmica e na aprendizagem pela experiência.

  • Comportamento Adaptativo: limitações nas habilidades práticas do dia a dia necessárias para viver de forma independente e se relacionar socialmente. Isso abrange:

  1. Habilidades Conceituais: linguagem, leitura, escrita, conceitos de dinheiro, autodireção.
  2. Habilidades Sociais: empatia, julgamento interpessoal, capacidade de fazer e manter amizades.
  3. Habilidades Práticas: cuidados pessoais, organização de tarefas, uso do transporte, gerenciamento da saúde e segurança.

A avaliação é um processo abrangente e multidisciplinar, que envolve a aplicação de testes de inteligência padronizados, escalas de comportamento adaptativo, entrevistas com a família e observação do indivíduo em diversos contextos. O resultado visa determinar o nível de suporte necessário (intermitente, limitado, extenso ou generalizado) e, acima de tudo, elaborar um plano de intervenção individualizado que promova autonomia, inclusão social e a maximização do potencial e da qualidade de vida.
Os TEAp são condições neurobiológicas que afetam a capacidade do cérebro de processar informações relacionadas à leitura, escrita ou matemática, de maneira precisa e fluente. Essas dificuldades são inesperadas, pois ocorrem em indivíduos com inteligência dentro ou acima da média e que receberam instrução educacional adequada. As principais áreas de aprendizagem afetadas incluem:

  1. Leitura (Dislexia): dificuldade persistente no reconhecimento preciso e fluente de palavras, na compreensão de textos e na ortografia. Pode envolver problemas para decodificar sons, ler com velocidade apropriada e soletrar.

  2. Expressão Escrita (Disgrafia / Disortografia): dificuldades significativas na composição de textos, com problemas na organização de ideias, na gramática, na pontuação ou na clareza da escrita. Pode também envolver prejuízos na habilidade motora para escrever à mão (letra ilegível).

  3. Matemática (Discalculia): dificuldade na compreensão de conceitos numéricos, no raciocínio lógico-matemático, na memorização de fatos aritméticos (como tabuadas) e no cálculo preciso ou fluente.

A avaliação é um processo diagnóstico especializado, que envolve a aplicação de testes padronizados de desempenho acadêmico, avaliação cognitiva, análise do histórico educacional e entrevistas. O resultado visa mapear o perfil específico de aprendizagem do indivíduo, diferenciando as dificuldades de outros transtornos, e fornecer as bases para um plano de intervenção individualizado. Este plano foca em estratégias pedagógicas especializadas, adaptações de acesso ao conteúdo e o desenvolvimento de pontos fortes, promovendo autoconfiança e sucesso acadêmico.
O TDL é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a aquisição e o uso da linguagem, sendo uma das dificuldades de comunicação mais comuns na infância. As dificuldades não são explicadas por outras condições, como perda auditiva, deficiência intelectual ou lesões neurológicas evidentes, e persistem ao longo do tempo, podendo impactar a aprendizagem e a interação social. As principais áreas da linguagem afetadas podem incluir:

  1. Linguagem Expressiva: dificuldades na produção da linguagem, como vocabulário limitado para a idade, uso de frases curtas ou com estrutura gramatical simplificada, e desafios em encontrar as palavras corretas ou contar uma história de forma coerente e sequenciada.

  2. Linguagem Receptiva: dificuldades na compreensão da linguagem, como seguir instruções mais longas ou complexas, entender o significado de palavras, perguntas ou conceitos abstratos, e compreender histórias adequadas para a sua faixa etária.

  3. Uso Social da Linguagem (Pragmática): dificuldades em utilizar a linguagem de forma apropriada em contextos sociais, como iniciar ou manter uma conversa, ajustar a fala para diferentes ouvintes ou situações, e entender regras não ditas da comunicação (como tom de voz ou linguagem corporal).

1. Transtornos do Neurodesenvolvimento:

A avaliação irá identificar se você enfrenta:

  • Resolver contradições: analisar laudos e opiniões técnicas opostas apresentadas em processo.
  • Oferecer clareza diagnóstica: esclarecer dúvidas sobre condições complexas (TEA, TDAH, transtornos psicóticos etc.).
  • Traduzir conhecimento técnico: explicar ao juiz e às partes implicações médicas, psicológicas ou sociais relevantes para o caso.
  • Subsidiar decisões: fornecer embasamento sólido para sentenças sobre tratamentos, internações, medidas protetivas ou perdas de capacidade.

3. Esclarecer divergências técnicas perante a Justiça

  • Proteção de vínculos: identificar e documentar alienação parental para preservar a relação da criança com ambos os genitores.
  • Decisões sobre guarda: avaliar qual arranjo de guarda (compartilhada, unilateral) melhor atende aos interesses da criança.
  • Proteção infantil: investigar situações de possível abuso psicológico, físico ou negligência.
  • Mediação de conflitos: oferecer base técnica para solucionar disputas sobre convivência, pensão alimentícia ou divisão de responsabilidades.

2. Avaliar situações familiares e relacionamentos

  • Direitos previdenciários: obter auxílio-doença, aposentadoria por invalidez ou Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS).
  • Questões trabalhistas: comprovar que problemas de saúde (como burnout, depressão, LER) foram causados ou agravados pelo trabalho.
  • Indenizações cíveis: demonstrar danos à saúde em acidentes, erros médicos ou outras situações que geraram prejuízo.
  • Proteção legal: estabelecer necessidade de curatela, interdição ou tomada de decisão apoiada.

1. Comprovar uma condição de saúde em processos judiciais

A assistência técnica pericial judicial é indicada se você precisa:

Como é a minha atuação como assistente técnica pericial judicial?

A assistência técnica pericial não substitui a perícia judicial. Ela tem como função qualificar a análise técnica, contribuir com esclarecimentos fundamentados e oferecer apoio estratégico à equipe jurídica.

Minha atuação pode incluir:

  • Análise crítica e técnica do laudo pericial;
  • Elaboração de parecer técnico fundamentado;
  • Formulação de quesitos e esclarecimentos técnicos;
  • Apoio ao advogado(a) na compreensão dos aspectos psicológicos e neuropsicológicos do caso.

Todo o trabalho é realizado com base científica, respeito ao Código de Ética Profissional e compromisso com a verdade dos fatos.

Sobre mim

Sou a psicóloga Samantha Dutra, Especialista em Psicologia e Neuropsicologia

Encantada pela Psicologia Clínica constituída a partir da Filosofia Existencial, comecei a minha atuação como Psicoterapeuta caminhando pela Fenomenologia. Posteriormente, iniciei meus estudos na área da Neuropsicologia e vi como é possível navegar nessas duas relações de trabalho, pois ambas são atos de autoconhecimento. Acredito que cada ser humano é a convergência de seus aspectos biológicos, psicológicos e sociológicos, e que esses fatores fazem a vida ser tão complexa, surpreendente e inesperada.

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Sou a psicóloga Samantha Dutra, Especialista em Psicologia e Neuropsicologia

Encantada pela Psicologia Clínica constituída a partir da Filosofia Existencial, comecei a minha atuação como Psicoterapeuta caminhando pela Fenomenologia. Posteriormente, iniciei meus estudos na área da Neuropsicologia e vi como é possível navegar nessas duas relações de trabalho, pois ambas são atos de autoconhecimento. Acredito que cada ser humano é a convergência de seus aspectos biológicos, psicológicos e sociológicos, e que esses fatores fazem a vida ser tão complexa, surpreendente e inesperada.​

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Atendimentos de Avaliação Neuropsicológica para crianças, adolescentes, adultos e idosos, e atuo como Psicoterapeuta pela perspectiva Fenomenológico-Existencial de maneira particular.

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